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O Povo brasileiro tem sido, impiedosamente, enganado há décadas! Entra governo, sai governo, nada muda! As promessas são repetidas por quase todos, mas, na essência, nenhuma mudança significativa em favor da Nação que, ao contrário, continua sendo iludida por conta das medidas paliativas produzidas pelo assistencialismo barato, cruel e indigno com o que, quem está no Poder busca nele permanecer. Têm, quase todos, o objetivo – não declarado - de se perpetuarem no poder para dele se locupletarem. Apesar, por exemplo, dos escândalos da corrupção – que prolifera – e da má utilização do dinheiro público, os responsáveis por tantas irresponsabilidades, quando descobertos, não sofrem a devida punição exemplar porquanto se protegem sob o manto impróprio da imunidade para, através desse privilégio, conquistarem o bem que mais almejam: a impunidade. Apesar de todos sabermos que o principal e mais grave problema do país é de natureza educacional, os sucessivos Governos, por conta de sua índole demagógica, imediatista  e apátrida, não cuidaram de estabelecer regras tais que possam solucioná-lo de forma definitiva, posto que, em se tratando de Educação não há como solucionar o problema e corrigir os erros e falhas acumulados ao longo dos anos de tapeação oficial e farra, num espaço de tempo inferior a 30 anos. É isso mesmo! Trinta anos, pois, um novo e moderno projeto educacional tem que ser aplicado em todo o país, a partir da 1ª infância, na pré-escola. Mesmo assim, é necessário, urgente e imprescindível, que sejam criadas regras disciplinadoras da programação de TV, a fim de que, no lugar da violência moral e ética e do lixo televisivo dos dias atuais – cujo destaque são as novelas e os programas humorísticos de baixo nível -, sejam priorizados programas educativos do tipo Globo Ecologia, Tele-Curso 2000 e muitos outros  existentes em todas as emissoras concessionárias desse serviço. Para que cheguemos a isso, basta que tenhamos na chefia do Governo Central e no Congresso Nacional, pessoas de espírito nacionalista, de caráter inteiramente limpo e despidos da vaidade de quererem colher resultados imediatos de suas ações. Governantes responsáveis e sérios são aqueles que seguem as lições dos plantadores de tâmaras do Oriente Médio que plantam para as gerações futuras e, quase sempre, não vivem o tempo suficiente para saborearem os frutos da primeira colheita que leva quase 100 anos para acontecer. Pois bem! A moral de toda essa história é muito simples! Em tudo na vida, se agirmos como apressadinhos, não vamos chegar a alcançar os resultados desejados. É como diz  o ditado popular: quem tem pressa, come cru! Ou não é isso o que sempre nos acontece? Resumo: faz tempo que o Brasil  está assim: virado de cabeça para baixo e de pernas para o ar. Mas, a bem da verdade, essa situação tão deprimente e injusta, se assemelha à de uma camisa mal abotoada que, há dezenas de anos, ninguém se atreve a desabotoar para corrigir o erro e abotoar, corretamente, colocando cada botão na respectiva casa. Mas, a solução das questões educacionais, convenhamos, está em nós mesmos! Nas nossas mãos, na nossa consciência cívica e nas nossas mentes. Temos, apenas e tão somente, que tomar uma atitude patriótica para viabilizá-la. É simples! Junto com o nosso direito de votar, temos que começar, já a partir das eleições de outubro de 2008, a exercitar o nosso irrecusável e intransferível dever de votar direito! Como? É simples, também! Basta que examinemos, antes, a vida passada e presente dos candidatos em quem temos vontade de votar e só fazermos opção de voto em favor daqueles cujas histórias de vida sejam pontilhadas de atitudes honestas, dignas e honradas. Vale dizer: temos que optar por aqueles que, além da reconhecida vocação para o trabalho produtivo, tenham identidade histórica com os valores morais e éticos!

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR          

Graças à omissão por parte da esmagadora maioria dos Deputados Federais e Senadores que, despudorada e impunemente, transformaram o Congresso Nacional em “castelo de vampiragem”, a Reforma Política que, há mais de 15 anos prometem, não foi feita! Por conta disso, a desordem política e a orgia partidária continuam proliferando e os escândalos pipocam no seio da administração pública nos níveis, municipal, estadual e federal! Graças aos Partidos Políticos que não têm sido criteriosos e não têm sabido escolher os seus candidatos com base nos valores morais e éticos, e, por descuido e/ou quaisquer outros interesses menores, abriram todas as portas para as pessoas interessadas, inclusive, e, principalmente, para aquelas que tinham uma história de vida suja e índole bandida, o Brasil se contorce e sofre dores profundas! Graças aos eleitores ingênuos – e/ou espertos e egoístas -, que votaram nos candidatos que lhes fizeram promessas de emprego, ou lhes corromperam com ofertas de cestas básicas de alimentos, materiais de construção, dentaduras, remédios e outras esmolas - que ferem a dignidade das pessoas -, o Brasil ficou de pernas para o ar! Graças, ainda, aos eleitores que, ao invés de procurarem se informar sobre a história de vida dos candidatos, preferiram se omitir através do voto nulo e/ou, do voto branco, o Brasil ficou capenga! Muitos foram os que se acomodaram praticando o crime de omissão de socorro a si mesmos e à Nação brasileira optando por não comparecerem às urnas, negando-se, assim, a exercer, junto com o intransferível direito de voto, o seu irrecusável dever de votar direito. Além de capenga, e, de pernas para o ar, portanto, o Brasil agoniza no leito infecto da desonra! Tristonho, porquanto, ferido na sua auto estima, o país está, agora, de cabeça para baixo! Graças a tudo isso, os homens e mulheres de bem – que, ao contrário do que possa parecer, são maioria inquestionável -, estão indignados e tomados por um natural sentimento de revolta e nojo. Frustrados e, por isso mesmo, deprimidos, chegam a pensar que nosso país não tem mais jeito. Puro engano! O Brasil tem jeito sim! Basta que, na hora de exercermos a nossa cidadania através do ato de votar, sejamos capazes de usar nossa consciência cívica para, através do VOTO – que é a nossa única e poderosa arma democrática de defesa dos nossos direitos – fazermos uma sincera, consciente e consistente declaração de amor à terra onde nascemos, vivemos e convivemos com nossas famílias, amigos e compatriotas. Logo, se nós nos alienarmos e não aprendermos a demonstrar amor à Pátria na hora de fazermos a nossa opção de voto, não nos livraremos das desgraças morais e éticas que nos afligem e provocam, em cada um de nós, tanta inquietação e tanto desânimo. Envoltos no medo e na desesperança, muitos são os que, enfraquecidos, estão perdendo até o prazer de viver! Mas, verdade seja dita, quase todos somos culpados! Logo, temos, apenas, que assumir nossas culpas e seguir adiante. Só com fé no Brasil, consciência do dever cívico e responsabilidade patriótica no ato de votar, poderemos promover a reconstrução moral e ética da vida pública brasileira. Saber como fazer isso não é o suficiente! É necessário e indispensável que tenhamos vontade, determinação e amor próprio! Vale dizer: o primeiro passo das mudanças que desejamos para o país, está em nossa mente e em nossas mãos!

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

Quando a gente, por descuido, abotoa a camisa de modo errado, a conseqüência natural é que um dos seus lados fica torcido, dando a impressão de que é maior do que o outro. Pura ilusão de ótica! Neste caso, porém, é só a gente desabotoar a camisa e abotoá-la novamente, colocando cada botão na sua casa correspondente! Isso, como é natural, a gente costuma fazer em menos de um minuto e pronto! No instante seguinte, podemos sair de casa sem corrermos o risco de “pagar mico”, isto é, sem o risco de dar vexame e passar vergonha. Mas, na política, é bem diferente! Senão, vejamos: quando a gente tropeça e vota no candidato sem procurar conhecer, antes, a sua história de vida e sem termos as melhores informações a seu respeito, sob o ponto de vista da sua competência profissional, do seu comportamento social, da sua vocação para trabalhar em prol da comunidade como um todo e do seu absoluto respeito aos valores da honestidade, da moral e da ética, o sentimento de revolta, indignação e nojo que passamos a ter dentro de nós não pode ser corrigido no instante seguinte. Nós e todos os brasileiros, por conta desse tropeço, vamos levar muita paulada na cabeça e sangria no bolso durante um longo tempo! Em geral, ficamos quatro anos lamentando e, como “madalena arrependida”, nos pomos a “chorar o leite derramado sem nos darmos conta de que o leiteiro já havia colocado muita água nele”. Choro inútil, portanto! Quando isso acontece, o primeiro pensamento que nos vem à cabeça é o de que não vale a pena votar! A partir daí, começamos a trabalhar nossa mente para não mais votar em ninguém. Mas, quando optamos por essa alternativa, nem nos damos conta de que estamos, na prática, matando a nossa cidadania. É que, movidos pela emoção causada pelo aborrecimento de quem se sente traído, cometemos o grave erro de generalizar como se todas as pessoas fossem iguais entre si, como se todas as impressões digitais e os dedos das mãos também o fossem! Esse, a bem da verdade, além de não ser um raciocínio correto, não tem nenhuma lógica, além de não fazer jus à inteligência de quem age em função dele. É que, sem que o saibamos, temos a ilusão de pensar que, assim agindo, vamos conseguir punir o político que se revelou bandido como se ele não tivesse sido eleito graças à irresponsabilidade, displicência ou ingenuidade daqueles que votaram sem analisar a sua história de vida, ou, deliberadamente, fizeram opção inútil pelo voto nulo, branco e/ou pela abstenção. Estes, a propósito, acabaram por cometer um erro mais grave do que aquelas pessoas mais carentes, mais simples e mais ingênuas que, egoisticamente, premidas pelas circunstâncias adversas da vida, porquanto, no mais das vezes sem emprego, portanto, sem renda fixa, vivendo na pobreza absoluta e sem o mínimo de conhecimento político, trocaram o voto por uma cesta básica de alimentos, materiais de construção, dentaduras, remédios, promessa de emprego e/ou quaisquer outros tipos de falsos agrados! Conclusão: o Brasil tem jeito sim! Só depende de nós, e o próximo passo nessa direção pode ser dado em outubro de 2008, quando das eleições municipais para prefeitos e vereadores!

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

DITADURA PARTIDÁRIA

Antes da legislação eleitoral que aí está, o sistema político-partidário, apesar das suas múltiplas imperfeições – muitas das quais ainda vigoram! - era mais democrático. Senão, vejamos: os eleitores que quisessem se filiar a um Partido Político, preenchiam uma ficha, em três vias uma das quais lhe era devolvida, posteriormente. Era o comprovante de que estava filiado! Uma das demais, após aprovada pela Comissão de Ética do Partido, era encaminhada à Justiça Eleitoral sem o que a filiação não teria validade perante a Lei. A terceira ficha, obviamente, ficava retida no respectivo Partido. Ao transferir-se para outro Partido, o próprio Cartório Eleitoral se incumbia de anular a filiação partidária anterior do eleitor em questão. Era uma espécie de monitoramento por parte da Justiça Eleitoral que objetivava, entre o mais, evitar que a Direção de um determinado Partido assumisse poderes absolutistas e impedisse a caminhada de quem bem entendesse. Pois bem! Após a Constituição Federal de 88, à guisa de aprimorar o sistema e democratizá-lo, a Lei acabou por transformar os dirigentes partidários em donos absolutos dos seus respectivos Partidos, posto que, cabe a eles a tarefa de receber a filiação partidária do eleitor interessado e encaminhar à Justiça Eleitoral, a cada 06 (seis) meses uma lista com os nomes dos eleitores filiados ao Partido até aquela data. Virou bagunça, pois, basta que o Presidente de um Partido “se esqueça” de incluir na listagem o nome de um determinado eleitor filiado, ou incluí-lo na listagem seguinte numa tentativa de torná-lo inelegível para as eleições mais próximas, posto que, para o Cartório Eleitoral respectivo, vale o que consta da última listagem. Logo, o eleitor filiado cujo nome não for incluído na lista, se quiser fazer valer o seu direito de concorrer, já que se filiou em tempo hábil, não requereu seu desligamento do Partido e nem tampouco filiou-se a um outro, terá que apresentar recurso, no prazo legal, a fim de que a Justiça Eleitoral, após constatar o “equívoco” o declare em condições de pleitear junto à Convenção do respectivo Partido a sua inscrição como candidato a candidato. Neste caso, o mais provável é que os dirigentes do seu Partido, alegando falta de vagas, não o incluam na relação dos candidatos. Explico: o eleitor, para que tenha direito de pleitear uma vaga de candidato às eleições de outubro de 2008, por exemplo, tem que estar filiado a um Partido Político até a data de 30 de setembro de 2007. Ora, se o Presidente dessa agremiação tiver interesse em prejudicar esse ou aquele companheiro, é só não incluir o seu nome na lista ou fazê-lo fora do prazo legal.Vale dizer: os eleitores filiados aos Partidos se tornam reféns das respectivas Comissões Executivas Municipais. Estamos, pois, diante de uma ditadura partidária, porquanto, cada Partido tem os seus donos que agem de acordo com suas conveniências pessoais próprias que, em muitos casos, atendem, também, a interesses de terceiros. É nesta hora que as legendas de aluguel aparecem e cobram um bom preço pelo serviço prestado!

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

 

Quando o ex- presidente da França – após visitar o Brasil, declarou à Imprensa, alto e em bom tom: “le Brèsil, a ce que je voix, il n’est pas un Pais serieux”, muitos de nós brasileiros, tomados de revolta e indignação, reagimos e protestamos sob a alegação de que o ilustre estadista francês havia, no mínimo, praticado um clamoroso e descabido desrespeito contra toda a sociedade brasileira que o havia recebido com honras e de braços abertos. Poucos foram os que, após refletirem sobre as lições insertas na inusitada declaração, entenderam de reconhecê-la verdadeira e justa – embora bastante dura -, por mais deselegante que possa ter sido o autor.

Senão, vejamos!

O Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em quem todos nós depositamos todas as nossas fichas na crença de que não lhe faltaria autoridade suficiente para enfrentar, com pulso forte, as mazelas que proliferam no país e seus autores, acaba de se omitir, cruzar os braços e fazer vista grossa diante das centenas de irregularidades que, ao longo do tempo, maus e inescrupulosos políticos têm praticado contra os cofres públicos através da farta distribuição de verbas do Orçamento para Entidades tidas e havidas como sendo filantrópicas, muitas das, em verdade, nada mais fazem do que servirem de biombo para esconder os desvios de verbas do Orçamento da União com o que muitos “Anões” se transformam em verdadeiros gigantes na arte de burlar a Lei e “assaltar” o bolso dos contribuintes, na certeza prévia – agora confirmada pelo próprio Governo – de que o Governo Federal não dispõe de meios adequados e pessoal suficiente para fiscalizar a vida contábil, financeira e patrimonial dessas Entidades, bem como o trabalho social que cada qual desenvolve junto à comunidade. É claro que a maioria das Entidades filantópricas do país, a julgarmos por Entidades juizforanas como Instituto Jesus, Instituto Maria, Associação dos Cegos e tantas outras que aí estão, são absolutamente sérias, de conceito ilibado e, portanto, de vida pregressa honesta e transparente. Ora, a omissão do Governo em não autorizar auditorias sob a alegação de que não dispõe de meios para fazê-lo, acaba por colocar no mesmo patamar de reputação boas e más entidades o que não é justo. Afinal, com esse procedimento, o Governo acaba por estimular as práticas mundanas e assinar em baixo das sábias e verdadeira, embora duras, declarações do Presidente De Gaulle!

Luiz Abrahão Sefair

Num misto de revolta, indignação e nojo, tomei conhecimento, através da Imprensa, que o Governo do Presidente Lula vai colocar máquinas de distribuição de camisinhas em cerca de 100 escolas do ensino médio da rede pública, já a partir de 2008. Há meses, os jornais publicaram o artigo intitulado “Deboche e avacalhação”, de autoria do ex-Senador Murilo Badaró, dando conta de que os Ministérios da Saúde e Educação tiveram a coragem de lançar a idéia de se colocar nas Escolas de Ensino Médio, máquinas de distribuição de preservativos a serem usadas por alunos matriculados nas milhares de escolas existentes no país. Confesso que não dei muita importância à notícia, apesar do Presidente Lula e dos seus fiéis aliados como Marta Suplicy, Jáder Barbalho, Renan Calheiros e tantos outros da mesma linhagem! A propósito, o Ministério da Saúde, quando da gestão de José Serra, cometeu a insensatez de, à guisa de combater o vírus HIV e evitar a proliferação da doença por ele transmitida, gastar milhões de reais em farta campanha publicitária por todos os órgãos da Imprensa – com destaque especial para as emissoras de TV em cujas telas era exibida uma camisinha vestindo o órgão genital masculino. Vale dizer: uma promiscuidade que, mesmo sendo útil no combate da terrível doença, provocava a proliferação de um outro mal ainda maior, este sim, de difícil erradicação. É como se dissessem: “já que não mais podemos evitar a gravidez e a natalidade precoce e inconseqüente dela resultante, que cuidemos, então, de estimular a prática do sexo irresponsável desde que suas conseqüências sejam, apenas e tão somente, de natureza moral e ética e não obrigue os Pais de jovens, irresponsáveis e infelizes, a cuidarem dos netos que não desejaram ter e que, no mais das vezes, nunca serão amados. Nem pelos meninos e meninas que os trouxeram ao mundo, nem tampouco pelos avós paternos e/ou maternos que, em geral, os abomina até mesmo por uma questão econômica já que, serão eles e não os legítimos pais das inocentes crianças nascidas prematuramente, os que terão de arcar com todas as despesas decorrentes da leviandade dos seus filhos. Leviandade que, no geral, foi e continua sendo praticada em face, ora da omissão dos Governos quanto ao comportamento promíscuo da maioria das nossas principais concessionárias de Canais de TV, ora pela atitude profana de autoridades governamentais como essa dos ministérios já citados. Chego a acreditar que existem interesses econômicos escusos aos quais essas autoridades estão ligadas o que, para mim, ficou evidenciado quando daquela campanha publicitária acima referida, pois, seu custo financeiro foi bancado pelo cofre público, isto é, por todos nós brasileiros que o governo sempre trata como se fôssemos, todos, um bando de imbecis. Aos empresários do setor, portanto, bastará produzir e colocar o produto no mercado, na certeza prévia de que o consumo e os lucros serão, sempre, cada vez maiores. Onde estão os Institutos de Direitos Humanos – que têm sido super-eficientes na defesa dos bandidos -, que não agem contra essas e outras investidas nefastas de autoridades federais insanas e, por certo, venais? Onde estão, também, outras renomadas entidades como a CNBB, o Conselho Brasileiro das Igrejas Evangélicas e a OAB? Quando, enfim, começarão a defender a sociedade como um todo, a partir da defesa intransigente e constante dos valores de família? Será que não temem que as ações de violência – tão deploráveis quanto abomináveis – possam, num dado momento, mudar de alvo? Que nomes passarão a ter essas 100 Escolas cobaias? Escolas? Casas de Tolerância? Ou, simplesmente, BORDÉIS ?

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

Nada mais estressante e incômodo do que entrar em uma instituição bancária para fazer uma operação qualquer, por mais simples que seja! Quando o usuário tem que ir a mais de uma instituição, então, no mínimo, tem que continuar a tarefa no dia seguinte e, na maioria das vezes, quando a operação tem a ver com o pagamento de alguma conta, ao pagar com atraso, vai ser onerado com a cobrança de multa e juros. O abuso se constitui, por si só, num desrespeito aos cidadãos, além de configurar, por extensão de raciocínio, um crime de extorsão ao bolso de todos os contribuintes de impostos incluindo-se, aí, não só as pessoas físicas, mas, em especial, as micro, pequenas e médias empresas que são as principais responsáveis pelo recolhimento de mais de 60% da arrecadação do Tesouro e garantidora de quase 60% dos empregos. Logo, um desrespeito aos contribuintes! Há décadas, vimos sofrendo, na carne e no bolso, um problema que os Governos, infelizmente, porquanto, atrelados, ainda não demonstraram o menor interesse em solucionar. É que, a política econômico-financeira oficial – que o Governo do Presidente Lula antes combatia e agora mantém com o máximo rigor -, está voltada para o interesse dos Banqueiros e em nada beneficia os usuários dos serviços bancários, sejam eles correntistas ou não. Estamos, pois, diante de um capitalismo selvagem perverso, extorsivo e desumano e, portanto, abominável! Há uma inversão de valores configurada, na prática, por uma injusta e descabida proteção governamental ao Sistema Financeiro que é, por paradoxal, o que mais lucra e o que menos contribui para os cofres públicos em face dos múltiplos privilégios concedidos às instituições bancárias que o integram. São agiotas oficiais, mas, por estarem legalmente constituídos, não estão sujeitos a responderem por prática de crimes de usura. São cobradores habituais de tarifas e taxas caríssimas por todo e qualquer serviço que prestam aos usuários, ainda que sejam serviços de pequeno porte e de má qualidade. Incrível! Mesmo depois da revolução tecnológica que nos trouxe a informática, os problemas das filas nos Bancos continuam! Pior que isso: o atendimento ao público, ao invés de ter início às 8 ou 9 horas da manhã e término às 18 horas - que é o horário de funcionamento normal do comércio varejista -, só tem início às 11 horas e só vai até as 16 horas. Não há respeito aos cidadãos comuns e nem mesmo aos idosos, senhoras grávidas e/ou portadores de deficiência física qualquer. Todos, por conseguinte, são penalizados! Mas, tudo é feito com o propósito não declarado de empregar menos mão de obra para que possam auferir maiores lucros financeiros! A sociedade, por sua vez, atônita, se sente indefesa, posto que, as entidades de classe e, em especial, os próprios agentes políticos eleitos para o Congresso Nacional, principalmente, por sua natureza, majoritariamente, venal, não se mobilizam objetivando corrigir tais distorções. A classe média, no entanto, é quem acaba tendo que pagar a conta dos erros e das práticas assistencialistas  e  demagógicas do Governo que ferem a dignidade dos pobres coitados assistidos a quem ilude com suas esmolas e condena à dependência humilhante e perpétua.

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

Quando o historiador JORGE COUTO escreve em seu livro – “A CONSTRUÇÃO DO BRASIL” -, que não foi o nosso PEDRO ÁLVARES CABRAL, mas, sim, o navegador e gênio da astronomia DUARTE PACHECO, o primeiro português a descobrir que os brasileiros – ÍNDIOS – já viviam por aqui em 1498, fico meio triste por CABRAL que chegou depois e, inteiramente triste e desolado por todos nós que, desde cedo, temos sido enganados por nossa própria história! Sendo Jorge Couto um Professor emérito da Universidade de Lisboa, considerado o maior e principal especialista português em história do Brasil, não tenho porque duvidar de suas afirmativas e/ou fundadas conclusões. Por isso, meu sentimento de tristeza aumenta de tamanho fazendo brotar em meu peito um misto de ira, indignação e revolta. Mas, é positivo o fato de, em sã consciência, não termos como negar os méritos de coragem por parte da grande Pátria portuguesa que, mesmo após 500 longos e sofridos anos, vem desmistificar, por lá, um dos seus cidadãos que durante todo esse tempo passou como herói entre nós. De negativo, no entanto, fica a incerteza sobre a história que daqui a 500 anos irão contar para os que estiverem vivos. Será que contarão sobre a corrupção que tomou conta da administração pública brasileira em todos os níveis e nos três Poderes? Sobre os escândalos que pipocam pelo país, de ponta a ponta, tendo como principais autores e atores “nossos” agentes políticos eleitos e/ou reeleitos – com destaque especial para a esmagadora maioria dos Deputados Federais e Senadores? Será que falarão dos crimes de lesa-pátria que conhecemos pelos nomes de: mensalão, operações sanguessugas, orgia, manipulação das verbas do orçamento, verbas indenizatórias, imunidade parlamentar, foro privilegiado, farra com o uso dos cartões corporativos, impunidade etc. ? Será que contarão que essa gentalha com suas ações desonestas   -  conseguiram transformar o Congresso Nacional – que é o banco de sangue da família brasileira! – em “CASTELO DE VAMPIRAGEM NACIONAL”? Sobre o minguado salário mínimo pago aos nossos trabalhadores e aposentados? Lembrar-se-ão de falar do tratamento medíocre e desumano dispensado aos brasileiros de menor recurso, quando, estes,  se vêem forçados a recorrerem aos serviços de saúde do SUS e, não raro, de susto, morrem na fila de espera? Sobre a pecaminosa proteção oficial aos Bancos que tomam o dinheiro da nossa poupança e do nosso Fundo de Garantia e o empresta a nós mesmos, cobrando juros extorsivos? O que dirão do desemprego e da violência? E sobre o descaso para com os Professores e Professoras da rede pública de ensino, o que falarão? Sobre as extorsivas alícotas que incidem  sobre os mais de 50 impostos que penalizam as micro e pequenas Empresas que sustentam a economia deste país, sendo as que mais empregam mão de obra e as que, com o pagamento dos seus impostos, mais contribuem para com os cofres da Nação, se lembrarão de dizer alguma coisa? Sobre a recepção dada aos nossos ÍNDIOS, em Cabrália, Coroa Vermelha e Porto Seguro, 500 anos depois? Será que, como pediu CAZUZA, mostrarão a verdadeira cara do Brasil em pleno ano 2008? Mas, isso é uma outra história. Alguém, com certeza, fará dos dias de hoje as TÁBUAS BRASILIS do amanhã. Daqui a 500 anos iremos saber. Até lá, então!

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

Em quaisquer setores da atividade humana, a partir do próprio ambiente familiar, sempre que faltam: o amor, o senso da responsabilidade e o respeito a princípios morais e éticos, os resultados são negativos! É como se, por descuido, abotoássemos nossa camisa de forma errada, colocando o primeiro botão, na segunda casa, e, assim, sucessivamente! Ao final, vamos pagar mico, ou seja, vamos passar vergonha, pois, todos os que estiverem mais próximos, diante de nós, irão notar que a nossa camisa está mal abotoada! Neste caso, porém, o problema é muito simples e cada um de nós – após havê-lo percebido! – pode fazer a necessária correção do erro, em pouquíssimos segundos. Basta desabotoar a camisa e, em seguida, abotoá-la, outra vez, colocando cada botão na sua casa correspondente. Pronto! Feito isso, já podemos continuar a caminhada na certeza de que não vamos  passar  vergonha!  O mesmo já não acontece quando uma pessoa comete um crime e tira a vida  de outra - tendo ou não a intenção de matar, pois, mesmo depois de o criminoso ter cumprido a merecida pena, a pessoa que morreu não mais voltará a ter outra vida terrena. Se tiver vivido segundo os ensinamentos de Deus, por certo, terá vida espiritual eterna, mas, o seu corpo físico, este, como sabemos, não voltará a viver. É assim a vida! É assim a Lei da natureza que só é contrariada quando o próprio Criador entende de operar o milagre! Ora, na política, as coisas acontecem de forma totalmente diferente! Senão, vejamos! Se, em outubro próximo, uma pessoa VOTAR em alguém sem conhecer a sua história de vida, o candidato for eleito e, no exercício do mandato, se revelar uma pessoa não identificada, historicamente, com os valores da honestidade, da experiência, do amor ao trabalho e da ética, a CAMISA DE JUIZ DE FORA - que é a mesma que veste o Brasilvai permanecer mal abotoada e toda a comunidade terá que arcar com o prejuízo causado por esse erro que, como sabemos, somente poderá ser reparado 4 anos depois, quando de outra eleição. Ora, votar mal, podendo votar bem, é pior do que dar um tiro no próprio pé! MORAL DESSA HISTÓRIA :  temos que nos prevenir! Quem vota sem saber quem é quem corre um grande risco de errar mais. Com relação à maioria dos políticos que têm estado no Poder cujo comportamento prático deixa a desejar, é forçoso nos lembrarmos que todos eles foram eleitos e não nomeados! Logo, para mudarmos a cruel realidade dos dias atuais, a maioria dos eleitores brasileiros, tem que mudar o seu jeito de votar! Se somos pessoas de bem e vamos às urnas, temos que estar conscientes de que a reconstrução moral e ética do Brasil começa no município onde cada um de nós vive e convive e que o nosso sentimento pátrio tem que estar presente no ato de votar! Até porque, é no município que os fatos acontecem e repercutem! Quem, portanto, se sente identificado com todos esses valores tem o dever de escolher candidatos cuja história de vida tenha relação direta com tudo isso. Depois, se o candidato for eleito, quem votou nele tem que continuar apoiando através das sugestões e críticas ao seu trabalho. Isto é, tem que interagir e acompanhar sua atuação! Para tanto, tem que “ficar de orelha em pé e de olho nele!” 

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

Em todos os setores da atividade humana – não importa quais sejam eles! -, a vida de cada um de nós, no dia-a-dia, se assemelha a um eletrocardiograma! Senão, vejamos: se o dia amanhece e a gente acorda mal humorado, por certo, a curva do “nosso eletro” está voltada para baixo. Ao contrário, se começamos o dia com o pé direito, sorrindo, cumprimentando as pessoas do nosso convívio desejando-lhes um bom dia, abraçando as pessoas de quem gostamos, etc. e tal, isso é um claro sinal de que a curva do referido eletro está apontando para cima e tudo, como não poderia deixar de ser, vai caminhando muito bem! Se reclamamos por alguma perda e não somos capazes de descobrir, nela, algum ganho  representado pela extraordinária lição inserida no seu contexto, aí, então, percebemos que a curva está voltada para baixo. Nestas horas, às vezes, chegamos até a pensar que o mundo vai desabar sobre nós e que tudo está perdido ou não há solução ao nosso alcance para a respectiva aflição. É que, envoltos no egoísmo doentio – muito comum à esmagadora maioria dos homens e mulheres do tempo presente -, quase sempre nos esquecemos de que o sol nasce todos os dias e que suas luzes não privilegiam quem quer que seja, pois, por ser dádiva divina, a todos ilumina, indistintamente! Temos, ainda, o péssimo hábito de reclamar da falta de tempo para a realização de determinadas tarefas, esquecidos de que o tempo é uma outra sábia concessão de Deus que nos dá, a todos, de “mão beijada”, isto é, inteiramente de graça e de forma justa, pois, o tempo de um é exatamente igual ao tempo dos outros. Nós é que, no mais das vezes, não somos capazes de administrá-lo convenientemente já que, estamos sempre apressados, correndo para não chegar e nos esquecemos de que “tempo é uma questão de preferência”. Vale dizer: é apenas uma questão de agenda! Acresça-se a tudo isso, o fato de estarmos, na maioria da vezes, acometidos de uma incredulidade crônica, porquanto doentia, que nos leva ao medo e, sem que o percebamos, nos tornamos escravos dele! Por isso, não avançamos! Até porque, quem tem medo não alcança a vitória, do mesmo jeito que quem não está preparado para perder, não merece ganhar! A propósito, temos que deixar de lado esse hábito de contabilizar nossas perdas e começarmos a valorizar os múltiplos ganhos com que somos agraciados, todos os dias. Para tanto, basta não nos esquecermos de que temos desfrutado do maior e mais precioso tesouro que é o dom da vida e nos lembrarmos, sempre, de agradecer à Deus – nosso Pai do Céu – de quem herdamos essa maravilhosa bênção!

LUIZ ABRAHÃO SEFAIR

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